Depois a gente fica mal e ninguém sabe por quê.

Todos conhecem a "maravilhosa" programação da nossa televisão. Se você não tem TV a cabo tá realmente fudido. Domingo então, é o dia campeão de atrações bizarras para falar por baixo. Clique no link acima.

Porque acontece.

Foi de repente que veio, logo quando acordei. Percebi que não tinha vontade de levantar da cama e que pronunciar qualquer palavra seria um esforço sobrenatural. Simplesmente não estava afim de porra nenhuma. De não falar com ninguém, de não almoçar, de não fumar, de não atender o telefone, de não olhar pra minha cara amassada. E ontem estava tudo bem. Tenho inúmeras questões pra resolver comigo mesma antes da noite chegar. Tô desgostosa. Foi de repente que veio. Tem dias que são assim.

FOI ABERTA A TEMPORADA DE CAÇA

Eu disse que não ia, mas fui. Não tenho roupa para essas ocasiões, aliás não tenho roupa pra ocasião nenhuma. Estou sempre com minha calça jeans e meu coturno sai andando sozinho por ai vez ou outra. Mas ontem foi diferente, no convite, que mais parecia um livro, estava escrito: Traje Black-Tie, então coloquei um vestidinho longo prateado, sandália de salto alto e uma bolsinha estilo Channel (mas não era channel para desespero das dondocas de plantão) e me mandei pro Hotel Hyatt aqui em São paulo pra festa de Abertura da Temporada de Polo 2005 junto com minha amiga, Fernanda. Vocês prestaram atenção? Eu disse, temporada de Polo. Não o aguático não, o de cavalo mesmo. Pois é, por isso eu disse que não ia, mas fui. A encrenca começou já na hora de decidir o que colocar dentro da bolsa, pois essas bolsas de festa são ridiculamente pequenas e quem me conhece sabe que estou sempre pronta para uma expedição, dentro da minha bolsa/mochila tem tudo: minha necessaire completa (que é grande), carteira, guarda-chuva, canetas, óculos escuros, minha chave de casa, celular, cigarro e ainda de lambuja um desodorante rexona roll-on. Mas mesmo sendo todos os objetos, pra mim, indispensáveis tive que optar por apenas 2, o cigarro e o celular que juntos, desafiaram a lei da física e se espremeram no lugar de um. Chegando na festa, a recepção era feita por umas 10 lindas moças sorridentes, como manda o figurino da boa etiqueta, que entregavam um cupom que se sorteado valia uma viagem a Paris. Ok, faz tempo mesmo que não vou a Paris, foi o que eu disse a uma delas. E entramos. Câmeras, fotógrafos, "jornalistas" de site de fofocas, socialites com vestidos exclusivos, pinguins de rolex e gravata borboleta, seguranças a rodo, bebida, comida, pouco lugar pra sentar, relinchos pra todo lado e muita futilidade. Essas pessoas com nomes "importantes e conhecidos" fazem caras e bocas o tempo todo (homens e mulheres vejam bem, o que me espantou de certa forma, porque essa atitude, até onde eu sabia, sempre foi reservada às mulheres), não dançam, o que eu até compreendo pela dificuldade que o traje impõe e são todos idênticos em suas características fisicas, parecem todos da mesma famíla! Mas cada um com seus problemas, não é mesmo? Para nós, simples mortais que celebram a vida com um simples copo americano de cerveja, até que foi divertido pelo inusitado. Beber Chivas Regal, uma das marcas patrocinadoras junto com a Mercedes-Benz, afinal de contas não é toda hora, mas tenho que dizer que não troco um belo churrasco e cervejinha junto dos meus humildes amigos por nada nesse mundo. Eles sim, sabem se divertir.

ENSAIO SOBRE MINHA CEGUEIRA

Sempre fui cobaia dos meu amigos fotógrafos e sempre curti a brincadeira. Antes era com a Camila, que hoje mora no Rio e filma exautivamente aquele Big Brother com No Limite versão italiana em Itaipava. Agora é com o Luis, um grande amigo que além de ser extremamente divertido é ainda um puta fotógrafo. Anda fazendo umas pesquisas com luz, contraste e várias outras coisas para chegar num resultado diferente de tudo. E como não podia deixar de ser, lá fui eu mais uma vez me pintar de guache branco e fazer cara de coerência. sentar, relinchos pra todo lado e muita futilidade. Essas pessoas com nomes "importantes e conhecidos" fazem caras e bocas o tempo todo (homens e mulheres vejam bem, o que me espantou de certa forma, porque essa atitude, até onde eu sabia, sempre foi reservada às mulheres), não dançam, o que eu até compreendo pela dificuldade que o traje impõe e são todos idênticos em suas características fisicas, parecem todos da mesma famíla! Mas cada um com seus problemas, não é mesmo? Para nós, simples mortais que celebram a vida com um simplA foto abaixo (branca) não tem nenhum efeito de photoshop. Chegaremos nos próximos ensaios à perfeição do branco com a luz. Não posso contar como foi feito, pois é segredo dele.



Ja a foto abaixo, eu equalizei, mas é da mesma sequência. Novamente: as luzes coloridas em volta não são efeito de nenhum programa de computador.



E depois, momento descontração no estúdio do Luis, com peixada e cervejinha.



Na foto: Santiago, Leandra, Rodrigão, Luciano, eu e o Jeffrey (vulgo Boto).



Eu e o autor da bagunça, Mr. Luis Gustavo, o fotógrafo de plantão das baladas. No canto esquerdo querendo aparecer na foto, o Santa, pai da Heleninha. Divertido.

[ ver mensagens anteriores ]
Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos, Arte e cultura