O que sinto.
Quando não encontramos as palavras corretas para diagnosticar aquilo que achamos sentir, numa quase covardia roubamos as palavras dos outros. Roubei da Clarice, mas sei que ela entenderia.

"Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo."

Clarice Lispector

Tempos Modernos ou
Se a moda pega, vai faltar pedra.

Algumas mulheres conseguem escapar, outras ainda não. Não dá pra acreditar que coisas desse tipo ainda façam parte da realidade dos tempos modernos. Mulher afegã morre apedrejada por adultério. O amante foi açoitado 100 vezes e em seguida colocado em liberdade. Vai pensar cinco vezes antes de comer a mulher do outro novamente.
Indigação é pouco!

Caio de Camargo Fernandes. Um grande amigo.

Foram 2.200 km em 1 mês pela Ilha Sul da Nova Zelândia de bicicleta. Tem que ter culhão e haja bunda, hein, Caio!
Fez um ano que ele está fora. Agora ele me escreve da Austráilia. Volta logo, brother. Vamos tomar aquelas cervejas e falar da vida como fazíamos. Adoro você. Take care.



Que lugar feio, não?!

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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos, Arte e cultura