EL TIMON

Sou corinthiana, sofredora, graças a Deus.



Foto retirada do blog do Marião, mas está em vários blogs perto de você.

ATENÇÃO

O romance do inglês Fowles é um clássico da literatura mundial. Em 1965, o thriller foi adaptado para o cinema, com direção de William Wyler e com Terence Stamp, Samantha Eggar e Mona Washbourne. No Brasil, em 1974, Fernando Torres dirigiu uma adaptação de David Parker para o teatro. No elenco, Dina Sfat e Juca de Oliveira.

Sinopse

Num porão de uma mansão, Ferdinando, o colecionador de borboletas, mantém como refém a jovem Miranda, por quem é apaixonado. A moça assustada e indignada tenta convencê-lo a liberta-la. Eles conversam e chegam a um consenso: após vinte e oito dias, Miranda estará livre para fazer o que bem entender.

2 ÚLTIMAS SEMANAS

De quinta a sábado às 21:00 horas
Domingo às 20:00 horas


O preço do ingresso continua barato: só R$ 10,00 (meia para estudantes e aposentados)

ATÉ DIA 27 DE MARÇO
Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000 (ao lado da estação Vergueiro de metrô)
Tel: 3277-3611
Porão (75 lugares)

Romance de John Fowles
Tradução: David Parker
Tradução e adaptação livre: Juca de Oliveira
Direção: Marcos Loureiro (Hotel Lancaster)
Elenco: Aline Abovsky e Pedro Guilherme
Cenário: Luís Frúgoli
Figurino: Cláudia Schapira
Sonoplastia: Mário Bortolotto

Esperamos por todos!

Só mais uma.



Laerte Mello e eu colocando o papo em dia. Foto também do Sr. Eduardo Castanho.

17º Prêmio Shell de Teatro

Até um tempo atrás eu não poderia imaginar receber em meu nome um convite para o Prêmio Shell. Não por nada, mas nunca achei que isso fosse acontecer, pois não sou ninguém, apenas uma atriz que rala muito e não ganha nada. Mas desta vez ele chegou na minha casa, em meu nome como produtora do espetáculo Garotas da Quadra. Peça que foi indicada na categoria melhor atriz para a Ester "gravidíssima" Laccava (que estava bela num modelito sexy verde claro) e na categoria especial como melhor tradução para nossa querida Elena Amaducci (que infelizmente faleceu pouco tempo atrás e para a Ester) e adaptação (para o já veterano do Shell Mário Bortolotto). O nosso público durante a temporada que fizemos no teatro Cultura Inglesa em Pinheiros ano passado foi ridículo. A gente fazia a peça para 6, 7 pessoas e de vez enquando dava uma sorte e chagava aos 20. Mas mesmo assim, os jurados do prêmio foram nos prestigiar e gostaram do que viram. Gostaram muito. E acabamos no Shell sem precisar puxar saco de ninguém (não é do nosso feitio) e muito menos fazer lobbyzinho. Foi por mérito mesmo. Merecimento por um trabalho bem feito e honesto.
Ontem foi a festa e lógico que a gente foi. Tava bem cheio e tinha champanhe e red label. O bom dessas ocasiões é encontrar os amigos. E ontem não foi diferente. O Zé Roberto, Laerte, Roseli, Milhem (também indicado como melhor ator pela peça Num dia Comum, que aliás é maravilhosa), Ziza, Michel Fernandes, Loureiro, Rodrigo Fregnan (amigo de longa data que conheci quando morei em Londrina), Piero, Ester, Fernanda Catani, Edu Castanho (quero ver as fotos todas, hein!), Jarbas estavam lá e ainda de lambuja o Marquinhos Arroba e o Wiltão que chegaram depois. A premiação foi apresentada pelo querido Leopoldo Pacheco que fez de tudo um pouco para ser ouvido enquanto as pessoas insistiam em ficar gritando. É o que meu pai sempre fala: "Não sei porque as pessoas quando estão felizes têm que ficar gritando!" Bom, pai, eu também não e confesso que dei meus gritinhos quando o nome de algum amigo era dito no palco. Afinal não é sempre que estamos em evidência. Dos amigos apenas um levou a concha, foi o Fabiano Machado pelo figurino da peça Transex, do pessoal do Satyros. O resto foi óbvio como sempre. Marília Pêra com cara de surpresa foi o pior, claro. Depois da premiação rolou o jantar. Quer dizer, jantar não, um negócio bem esquisito. Penne com molho vermelho, ou melhor, um penne que parecia ter molho vermelho, seucci (que infelizmente faleceu pouco tempo atrás e para a Ester) e adaptação (para o já veterano do Shell Mário Bortolotto). O nosso público durante a temporada que fizemos no teatro Cultura Inglesa em Pinheiros ano passado foi ridículo. A gente fazia a peça para 6, 7 pessoas e de vez enquando dava uma sorte e chagava aos 20. Mas mesmo assim, os jurados do prêmio foram nos prestigiar e gostaram do que viram. Gostaram muito. E acabamos no Shell sem precisar puxar saco de ninguém (não é do nosso feitco pra cacete numa porção ridícula e um negócio branco, tipo risoto acho que parecia canjica. Não tive a manha. E para completar faltou garfo e eles deram colher pro povo comer (?). No final, me esbaldei na pista de dança e terminei a noite comendo caldinho de feijão com minha amiga Fernanda Catani num barzinho da vila madalena.

PS: Ainda não entendo como uma premiação desse porte, afinal estamos falando da empresa Shell, pode deixar que uma peça que tem uma produção de 1 milhão de reais, com figurinos vindo exclusivamente de Paris pode concorrer no mesmo patamar que uma produção onde pegamos o figurino do nosso próprio armário. Eles deveriam inventar uma nova categoria, tipo, Prêmio Shell Super Produção. Ai, quem sabe a coisa fica mais justa e não somos obrigados a ver a cara de surpresa da Marília "Nossa, eu não esperava" Pêra recebendo um prêmio que ela já sabia de antemão que iria ganhar. Afinal ela não iria pagar o mico de ir até lá para sair de maõs abanando, certo?



Meu amigão Jarbas Capusso e eu em foto tirada pelo queridissimo Edu Castanho. (foto roubada do blog do Jarbas). Que aliás tivemos as mesmas impressões da baladinha de ontem...



Edu Castanho com seu quimono e eu.

Agora segue a lista dos premiados da noite:

Autor: Newton Moreno, por "Agreste"

Direção: Cristiane Paoli-Quito, por vindo exclusivamente de Paris pode concorrer no mesmo patamar que uma produção onde pegamos o figurino do nosso próprio armário. Eles deveriam inventar uma nova categoria, tipo, Prêmio Shell Super Produção. Ai, quem sabe a coisa fica mais justa e não somos obrigados a ver a cara de surpresa da Marília "Nossa, eu não esperava" Pêra recebendo um prêmio que ela já sabia de antemão que iria ganhar. Afinal ela não iria pagar o mico de ir até lá para sair de maõs abanando, certo?

Escrito por Aline às 17h39
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Hoje começa a quarta temporada do 24 HORAS, a série mais legal dos últimos tempos. Infelizmente vou perder porque estarei na entrega do PRÊMIO SHELL DE TEATRO. Espero que seja divertido e que os amigos estejam lá. Depois escrevo aqui tudo que rolou. Enquanto isso, decoro o texto O COLECIONADOR que logo mais estarei fazendo lá no Centro Cultural São Paulo, substituindo minha amiga Paula Arruda que viaja para o Japão com o Antunes Filho, fazendo Carmem Miranda butoh...(o que será que isso significa?).

Coisas de cunhado

Entrem aqui. Escrevam qualquer palavra, apertem Say it e escutem em vários idiomas. Ô falta do que fazer.

MOÇADA MAIS DO QUE ROCK´N´ROLL

Como meu irmão já dizia, quando eu era pequena muitos pais achavam que eu não era boa companhia para suas filhas e filhos. E como os maus sempre se juntam aos piores acabei de linkar o blog de uns amigos pra lá de insanos (mas muito boa gente...) que curtem o que tem de melhor no rock´n´roll da pesada, como eu sempre gostei. O SLEEVERS é um programa da TV a cabo (NET canal 9 e TVA canal 72) que divulga além de bandas novas, tudo que é relacionado a cultura. Se você quer divulgar sua peça, show, exposição ou o que quer que seja os caras vão lá, filmam, entrevistam e colocam no ar a troco de nada. Afinal é um programa independente como a maioria do trabalho que nós mesmos realizamos. O programa passa sempre aos domingos, uma da madrugada, ou seja, quando você já fez tudo que precisava fazer e já está em casa se preparando para a segunda-feira que sempre implacável. E podem ficar tranquilos que eles não mordem.

PS: Passando da grassura à delicadeza, o blog da bela Ivana Arruda Leite também está linkado aqui.

Lino Rojas Perez, 62.
Que seus algozes encontrem em breve o caminho do fim.
A maldade não tem limites.

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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos, Arte e cultura