Primeiro, a Catani e eu, fomos ao Centro Cultural São Paulo assistir A Revolução Partida. Peça que nosso amigo Gláucio Prata está fazendo. A gente queria tomar uma cerveja e conversar um pouco. Foi quando me lembrei que o Paulão todas as terças-feiras anda aprontando lá no Café Aurora, no bexiga. Liguei pra ele pra me certificar:

eu - Paulão?
Paulão - Eu
eu - Fala, Paulão é a Aline.
Paulão - Oi coisa linda.
eu - E ai, Paulão vai rolar aquele lance no Aurora?
Paulão - Já tô aqui, vem pra cá.
eu - Beleza, mas qual é o esquema da casa?
Paulão - Ah, sei lá, vou colocar seu nome na lista.
eu - Beleza, coloca Aline e Fernanda. Tô indo pra ai.
Paulão - Beijo
eu - outro.

Chagamos lá e fiquei sabendo que além do Paulão a banda Dr. Cascadura ia tocar. Porra, finalmente eu ia escutar o som dos caras. E não é que os caras fazem um puta som!! Pena não ter dado para entender as letras, pois o som tava bem alto e o som quando tá alto demais mistura tudo. Bom, pelo menos na minha cabeça é assim que funciona e na verdade rock´n´roll baixo não tem a menor graça. Até tentei comprar o CD dos caras (porra, 4 reais!), mas eles não fizeram muita questão de me vender, não. Tudo bem o Marião disse que vai gravar pra mim. Aliás ele foi com a Fernada que tava até com a camiseta da banda dos caras. Fânzona mesmo, ela não costuma dar esse mole não!

Me lembrei da época em que eu freqüentava a Dynamo (aposto que ninguém faz idéia do que foi esse lugar!). A Dynamo era um bar lá no centro. A gente pegava o Bairro do Limão e se mandava pra lá. Na parte de cima era uma pequena loja de camisetas e cds de rock´n´roll e na parte de baixo era o inferno onde várias bandas como o Ratos de Porão, o Korzus se espremiam pra tocar. Era bastante sujo, mas a gente gostava de lá. O rock´n´ roll sempre foi a minha praia. Foi uma noite divertida.

PS: Ontem também conheci a Marisa, uma fofa. Ela assistiu a estréia de Garotas da Quadra lá em Santos e disse que gostou muito. Fiquei bem feliz! Ela tá linkada ai do lado.

Agora com vocês um blog sem vergonha, mas com som. Estamos estudando, o Luis e eu, quer dizer, só o Luis, as possibilidades para que seja possível mudar a música. Caso você não goste do que está tocando é só apertar o stop. Não diga??!!
Tô com pressa, preciso trabalhar. Alguém tem que fazer o trabalho sujo.
Ah, a Suzana, do clube da pedra, passou aqui. E ai, Su, como andam as coisas ai na cidade maravilhosa?

PS: Clube da pedra é um clube fechado. Não aceita sócios. Bom, e eu também não freqüento clubes que me aceitam como sócia. Né, Groucho?

AHÁ!!!!!
Pra quem achou que uma simples pedra me derrubaria se enganou profundamente.
Cá estou eu. E agora ninguém mais me segura.
As pedras vão rolar!


CALVÁRIO
HAVIA UMA PEDRA NO MEIO DO CAMINHO,
NO MEIO DO CAMINHO HAVIA UMA PEDRA....NO RIM.


O computador continua dando sinais de que algo está errado. Ele não fala e eu não sou bidu. Assim fica difícil...
Hoje ele me fez uma grande surpresa, ligou sem reclamar nadinha. Muito estranho. Deve estar com peninha de mim, já que ontem minha irmã teve que deligá-lo sem ao menos se despedir, para poder ir comigo ao hospital ver o que estava acontecendo com meu rim que anda dando sinais de cansaço. Passei o dia e a noite perambulando pelo Hospital São Paulo tentando ver o que estava errado. Só consegui me comunicar com as pessoas lá pelas 7 da noite depois de uma dose cavalar de morfina. E olha que já tinham me dado buscopam, tramal e uma série de remédios para enjôo. A dor faz a gente vomitar, sabiam? Hoje vou ao urologista (???????) E eu que pensava que urologista só cuidava de mancho. Tô entendendo nada.
Tô com algumas veias do braços arregaçadas, furadas e inchadas. As mocinhas perdiam as minhas veias que eu sempre achei que fossem grandes e largas o suficiente para poder injetar qualquer coisa. Pô, puta papelão!!

E uma amiga carioca, a Flávia, andou passando por aqui. Gata, tu tá linkada aqui do lado. Foi bom conhecer você, quanto ao cem paus, renderam sim, como não. Vamos nos falando e nos visitando, ok?

Vejo vocês em breve.

QUALQUER SEMELHANÇA NÃO É PURA COINCIDÊNCIA

DOWN EM MIM

Eu não sei o que o meu corpo abriga
Nestas noites quentes de verão
E nem me importa que mil raios partam
Qualquer sentido vago de razão
Eu ando tão down

Outra vez vou te cantar, vou te gritar
Te rebocar do bar
E as paredes do meu quarto vão assistir comigo
A versão nova de uma velha história
E quando o sol vier socar minha cara
Com certeza você já foi embora
Eu ando tão down

Outra vez vou me esquecer
Pois nestas horas pega mal sofrer
Da privada eu vou dar com a minha cara
De panaca pintada no espelho
E me lembrar, sorrindo, que o banheiro
É a igreja de todos os bêbados
Eu ando tão down


Redescobrindo Cazuza.

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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos, Arte e cultura