Ouvi uma menina dizer que viu Papai Noel de relance.
Putz, mais um ano em que eu perco ele de vista.

Ontem rolou uma festinha do lançamento do número do jornal O SARRAFO, lá no espaço ÁGORA. O jornal traz uma matéria bem interessante com o nosso Ministro da Cultura, o Sr. Gilberto Gil , entre outras coisas. Acho que o teatro tem que continuar a ser pauta de discussões, pois há muita merda sendo feita com o dinheiro público destinado à cultura. Fora que muitas vezes as prestações de contas são mal feitas e sem uma supervisão séria, quando ainda não é em cima de notas frias. Muita gente engordando a conta bancária encobrindo a falcatrua em nome de uma falsa ideologia artística. Que coisa feia...



É, a gente cresce!

Por que valeu a pena?

Valeu a pena pelas pessoas novas que conheci esse ano; pela oportunidade muito bem-vinda de trabalhar diretamente com profissionais de primeira linha e caráter, como o Laerte Mello, a Nadia De Lion, o Bruno Costa, a Solânia Queiroz, a Paula Lopes, o Marcelo Gonzalez e a Ester Laccava; pelos inúmeros técnicos que conheci durante os festivais que participei, em especial o pessoal do Poa em Cena (Festival de Porto Alegre); pelo Cristiano, o seu Lucas e o Osmar da Cultura Inglesa; pelas peças que assisti; pela minha família que sobreviveu a mais um ano de luta diária; por todos os meus amigos que estão no caminho que escolheram e felizes; pelo meu namoro que ultrapassou todos os limites e continua em pé; por ter aprendido na marra que nem tudo é do jeito que parece ser e que nem todos se importam com você da maneira que você se importa com eles; por ter o Lula como Presidente da República; por ter visto o canalha mór do Brasil rodar lá na França; pelos projetos que consegui colocar no papel depois de alguns anos; pelas cervejas e afins que dividi com os bons companheiros de goró; pelas drogas que não usei; pelos filmes que finalmente consegui assistir; pela liberdade de poder falar o que quiser, sempre que quiser sem ter que ver cara feia de gente que acha que você não sabe do que está falando e principalmente de ter reconquistado a minha liberdade artística que estava adormecida por falta de carinho. Vale a pena porque, inevitavelmente a gente cresce. E que venham os fogos de artifício que eu estou preparada.

PARA UM AMIGO DE ANOS

Cara, agora é momento de pensar lá na frente, de esquecer tudo de ruim que aconteceu e que era inevitável. Coisas dessa vida estúpida que nos é dada de presente. Não há escolha. Não me sinto bem em ambientes como esse (você sabe do que estou falando!). Mas minha cabeça está aí com você, tentando passar alguma coisa de bom que provavelmente eu deva ter dentro de mim. Força, velhinho. A gente continua aqui.

Tô muito ocupada no momento. Nos falamos mais tarde. Se for algo importante, favor deixar um recado com nome e número de telefone, que eu ligo assim qpena pelas pessoas novas que conheci esse ano; pela oportunidade muito bem-vinda de trabalhar diretamente com profissionais de primeira linha e caráter, como o Laerte Mello, a Nadia De Lion, o Bruno Costa, a Solânia Queiroz, a Paula Lopes, o Marcelo Gonzalez e a Ester Laccava; pelos inúmeros técnicos que conheci durante os festivais que participei, em especial o pessoal do Poa em Cena (Festival de Porto Alegre); pelo Cristiano, o seu Lucas e o Osmar da Cultura Inglesa; pelas peças que assisti; pela minha família que sobreviveu a mais um ano de luta diária; por todos os meus amigos que estão no caminho que escolheram e felizes; pelo meu namoro que ultrapassou todos os limites e continua em pé; por ter aprendido na marra que nem tudo é do jeito que parece ser e que nem todos se importam com você da maneira que você se importa com eles; por ter o Lula como Presidente da República; por ter visto o canalha mór do Brasil rodar lá na França; pelos projetos que consegui colocar no papel depois de alguns anos; pelas cervejas e afins que dividi coue puder. Obrigada. Piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.

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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos, Arte e cultura