Já sei que vou ser motivo de chacota assim que chegar no aeroporto devido ao tamanho da mala que estou levando. Pô, mas mala emprestada não se olha o tamanho e sim as rodinhas que facilitam a vida da gente. Cansei de viajar e ter que levar a mala nas costas pela rua. Fico poucos dias, mas a mala é para um mês. Sem problemas. O festival de Porto Alegre (Poa em Cena) já tá rolando e parece que ador. Um ótimo boxeador que teve a vida interrompida por uma das histórias mais sujas de racismo que já ouvi. A música do Bob Dylan,
Hurricane, é sobre isso, aliás uma das músicas que mais amo e que não me canso de ouvir. Achei um site muito interessante sobre o caso. Com fotos, documentos, mapas enfim, tudo mesmo, vale a pena dar uma olhada. Acho que não preciso mais falar que é só clicar no Hurricane escrito em laranja, né mané?!
CHURRASCÃO
O Djeik tá de volta depois de 4 anos na gringolândia, como ele mesmo diz. E só para variar vai rolar o famoso churrascão junta galera no domingão. Nada melhor, já que domingo costuma ser um dia meio besta. Seja bem-vindo, Djeik! Espero que dessa vez seja definitivo. Se você ficar, a cidade acaba de ganhar um ótimo artista.
Já sei que vou ser motivo de chacota assim que chegar no aeroporto devido ao tamanho da mala que estou levando. Pô, mas mala emprestada não se olha o tamanho e sim as rodinhas que facilitam a vida da gente. Cansei de viajar e ter que levar a mala nas costas pela rua. Fico poucos dias, mas a mala é para um mês. Sem problemas. O festival de Porto Alegre (Poa em Cena) já tá rolando e parece que de Psiquiatria Bom Retiro, o nome do hospício e do médico psiquiatra Dr. Alexandre Sech, (hoje diretor clínico do Bom Retiro e sua esposa a psiquiatra Mardalene Sech é diretora geral) quando este expor a sua história de internações. Seja na imprensa escrita, falada, televisionada onde quer que seja.
Exigem R$ 5.000,00 (Cinco Mil) por dia de indenização ou sua prisão.
CONTO NOVAMENTE COM A SOLIDARIEDADE DE TODOS. POIS NÃO VÃO NUNCA ME CALAR... E COMUNICO: ESTOU RECEBENDO AMEAÇAS DE VIDA. NÃO É DRAMATIZAÇÃO... É REAL
SAUDAÇÕES ANTIMANICOMIAIS
Austregésilo Carrano Bueno.
* No Estado do Paraná a única opção para as pessoas com sofrimento mental ainda são apenas os chiqueiros psiquiátricos. Este Lobby de Psiquiatras ridicularizam a Rede de Trabalhos Substitutivos, estou numa guerra, e em Curitiba, sozinho. Curitiba e cidades circunvizinhas formam o maior parque manicomial do Brasil por número de leitos psiquiátricos/por número de habitantes. Isto é fato. Forma o Lobby de Psiquiatras mais ricos do Brasil, além de outros investimentos, são associados e donos de três Shopping Centers em Curitiba. Este é o pessoal que estou enfrentando!
SE VIRA NOS 30
O Rodrigo me mandou um e.mail muito maneiro, só podia ser coisa de japonês. Não o Rodrigo, mas o que veio no e.mail. Deu para entender?
Então vamos nessa e
SE VIRA NOS 30 você também. Clica, clica no laranjinha...é muito engraçado!
E a estréia rolou! Rolou e rolou bem bacana. Teatro cheião e a Ester e o Eldo mandaram muito bem. Muitos amigos apareceram, o que nos deixou bem felizes.
Muitos elogios. O desenho de luz que fiz foi bastante elogiado assim como o cenário do Marcello Jordan. Ficamos muito satisfeitos. Mas eu gostaria mesmo que o Marcelo Gonzales (meu mentor) visse o que ando aprontando por aqui. Depois caimos no bar Cultura, lugar que fazia muito tempo que eu não sentava pra beber com os camaradas. Peguei uma carona de volta pra casa. Ainda bem, porque eu não tinha um centavo no bolso.
Agora a peça segue seu caminho...e eu o meu. C'est la vie!
Já sei que vou ser motivo de chacota assim que chegar no aeroporto devido ao tamanho da mala que estou levando. Pô, mas mala emprestada não se olha o tamanho e sim as rodinhas que facilitam a vida da gente. Cansei de viajar e ter que levar a mala nas costas pela rua. Fico poucos dias, mas a mala é para um mês. Sem problemas. O festival de Porto Alegre (Poa em Cena) já tá rolando e parece que />
Hoje estréia "O Belo Indiferente" de Jean Cocteau ( tradução e adaptação de Maria Alice Vergueiro), com direção do Olayr Coan. No elenco dois grandes amigos e atores que respeito muito: Ester Laccava e Francisco Eldo Mendes. Lá no Centro Cultural SP, 1000 - grudado no metrô vergueiro.
A paixão que cega e faz perder a consciência de nós mesmos. A dor de ser rejeitado pelo outro. O desejo de possuir que substitui o amor. A solidão que leva ao desespero. A ignorância diante da existência. O horror que faz pensar em desistir e morrer. Essa é a essência de O Belo Indiferente de Cocteau. Nada poderia simbolizar mais o amor romântico. Uma artista solitária procura, na noite da metróplole, o seu homem. Ela continua procurando por ele mesmo quando o tem presente, mesmo quando a abandona. Fala e não há resposta. Uma mulher dilacerada de paixão.
De terça a quinta sempre às 21 horas
Qualquer semelhança com a sua vida não é mera coincidência...é impossivel não se identificar em alguns momentos com essa mulher doída de amor!!
Já sei que vou ser motivo de chacota assim que chegar no aeroporto devido ao tamanho da mala que estou levando. Pô, mas mala emprestada não se olha o tamanho e sim as rodinhas que facilitam a vida da gente. Cansei de viajar e ter que levar a mala nas costas pela rua. Fico poucos dias, mas a mala é para um mês. Sem problemas. O festival de Porto Alegre (Poa em Cena) já tá rolando e parece que r />
Em 2º lugar: A gaiolinha do Amor
E o grande vencedor: Amor, pega uma cervejinha pra mim!!
Tô falando...é fato
Já sei que vou ser motivo de chacota assim que chegar no aeroporto devido ao tamanho da mala que estou levando. Pô, mas mala emprestada não se olha o tamanho e sim as rodinhas que facilitam a vida da gente. Cansei de viajar e ter que levar a mala nas costas pela rua. Fico poucos dias, mas a mala é para um mês. Sem problemas. O festival de Porto Alegre (Poa em Cena) já tá rolando e parece que ê ri muito no último'"esquete" de bonecos, ri, mas um riso engasgado, doído. Afinal de contas é feio rir da desgraça alheia. A desgraça de um povo sofrido que morre de fome.
A partir de textos de: Anderson Gangla, Eduardo Raffanti, Jonathan Swift, São Mateus, São Pedro, Luis André Cherubini, Maurício Santana, Antônio Conselheiro e Salvador Allende,
Vai ver...
Centro Cultural São Paulo, 1000
Quinta, sexta e sábado às 21h / Domingo às 20h
Tô aqui ouvindo algumas coisas que eu não ouvia fazia algum tempo. Um bom tempo. Ontem quando a Ester me deixou aqui em casa vi que era hora de recuperar algumas músicas. Etta James não sai mais daqui. Pode crer...e lembrar que tive o prazer de assistir Etta James e B.B King no mesmo palco, no mesmo dia, na mesma hora lá no velódromo da USP anos atrás. Tinha esquecido o quanto me diverti naquele dia.
Alguém já ouviu falar de uma tal advogada chamada Ann Coulter? Que escreveu um livro de nome Treason, Liberal Treachery from Cold War to War on Terrorism (tradução literal - Traição, a Traição Liberal da Guerra Fria ao Terrorismo)? Pois é, eu também nunca tinha ouvido falar desta mulher, mas na Folha de S.P do dia 31 de agosto saiu uma matéria com esta pessoa (se é que podemos chamar de pessoa!) Cara, é inacreditável o que ela é capaz de falar a respeito de política e em que se baseiam seus valores. Uma das coisas mais podres que li nos últimos tempos. Mas o pior não é isso, o pior é que o livro é recordista de venda, para dizer precisamente está em quinto lugar na lista dos mais vendidos do New York Times. Não tenho como colocar toda a entrevista aqui, o que iria me tomar muito tempo e eu tenho mais coisa pra fazer, mas basta colocar apenas um trecho para que vocês tenham idéia do que digo:
Segue:
Folha: Você acha que os Estados Unidos devem declarar guerra contra todos os países que o ameaçem?
Coulter: Sim. Contra a Coréia do Norte, caso o ditador Kim Jong-il continue com o programa nuclear. Síria e Irã também. Ah, ia me esquecendo da França (em tom de brincadeira).
Alguém, por gentileza, manda prender esta mulher antes que ela escreva outro livro! Poxa, nada contra os advogados, mas quando brincam dizendo que 50 advogados em baixo d'água é um bom começo, começo achar que tem lá seu fundamento.
Tenho dormido muito pouco em função das atividades que me meti a fazer ou melhor me meteram. Tá sendo muito legal mesmo tendo que acordar cedo, coisa que não é novidade pra ninguém, detesto! E é certo que quando fazemos coisas que não estamos acostumados alguma hora dá merda. Comigo não é diferente. Hoje acordei às 7 da madrugada (mas acordei bem!) e me mandei para o Centro Cultural São Paulo para afinar os refletores e ver finalmente que catzo era o cenário. Tudo mais ou menos pronto, só faltava dar um tapinha num PCzinho:
EU: Perá ai, Robson, vou ver como está lá da platéia!!
Robson: Beleza, vai lá.
EU: (um barulho) ai, ai...putz...caralho...
Robson (gritando): Acende a luz da platéia, acende a luz da platéia!!!
A luz acende e lá estava eu, estatelada no chão, entre o palco e aprimeira fila de cadeiras da platéia.
Robson: Machucou? (perguntinha maldita)
EU: É...machucou um pouco, mas beleza.
Robson: Puta papelão.
Na verdade, tava demorando para acontecer. Fazia um tempão que eu não pagava um mico desses. E despencar do palco não é para qualquer um. Diz aí...
Parada brasileira em NY? Pois é...brasileiro faz festa até na casa dos outros. A minha amiga linda mora lá e me mandou umas fotos muito legais. Aí tá ela do jeito que gosta, com a cobra enrolada no pesocço. Saudade das baladas que a gente fazia...