Bem coisa de paulista dar um rolezinho no final de tarde no ibira. Mas hoje acho que vai valer a pena, afinal tem show do Lenine.
Juntar um monte calcinha pra fazer uma balada maneira.
Tô com cabeça numa grande-nova amiga, a Sol.
Sol, se liga na parada: No fim tudo dá certo, cê tá ligada!
Sei lá, hoje tô meio maninho...acho que é porque tô indo passear no ibirapuera, cerrrto.
Aos que ficarem em casa ou estiverem trabalhando, beijo na bunda...sinto muito por vocês.
PS: Aos poucos algumas pessoas conseguem colocar a cabeça no lugar, mesmo que ela esteja vazia ou cheia de merda...tá ai um recadinho maldoso.
É véio...a gente acaba aprendendo.
Está um final de tarde maravilhoso.
Daqui da minha janela, no 13º andar posso ver o restinho do sol num tom meio cor-de-rosa meio alaranjado sobre os prédios da outro lado da Bandeirantes.
Vejo o trânsito, ouço o barulho das construções e sinto o cheiro adocicado e sujo da poluição. Tanto fascínio causa uma cidade imensa.
Costumava ser bem mais bonito.
Muitas vezes preciso colocar o que sinto em papéis toalha, guardanapos e deixá-los em cima da mesa para que chegue ao dono com segurança no meio da madrugada, apenas pela falta de competência de dar um abraço, um beijo sem motivo. Não acontece sempre e nem com todas as pessoas, mas confesso que às vezes é impossível. Eu sinto, eu amo, eu admiro, mas é impossível. Acho que isso nem Freud explicaria e nem precisa. Eu vou levando. Não que eu tenha muita intimidade com as palavras, não é isso, muito pelo contrário. É que é mais fácil assim. O que é limitado é o tempo. Não sei quanto tempo ainda vou ter para deixar bilhetes. Dizem que sempre existe uma luz, mesmo que fraca, no fim do túnel, eu só torço para que iziam que o pior cego é aquele que não quer ver. Grande ditado popular...
Quanto a mim, prefiro ir andando pela rua...assim posso correr para qualquer calçada.
Muitas vezes preciso colocar o que sinto em papéis toalha, guardanapos e deixá-los em cima da mesa para que chegue ao dono com segurança no meio da madrugada, apenas pela falta de competência de dar um abraço, um beijo sem motivo. Não acontece sempre e nem com todas as pessoas, mas confesso que às vezes é impossível. Eu sinto, eu amo, eu admiro, mas é impossível. Acho que isso nem Freud explicaria e nem precisa. Eu vou levando. Não que eu tenha muita intimidade com as palavras, não é isso, muito pelo contrário. É que é mais fácil assim. O que é limitado é o tempo. Não sei quanto tempo ainda vou ter para deixar bilhetes. Dizem que sempre existe uma luz, mesmo que fraca, no fim do túnel, eu só torço para que /> Compreender Arte
Eles Vão Considerar Sua Falha
Como Criadores
Apenas Como Uma Falha
Do Mundo
Incapazes De Amar Completamente
Eles Vão ACREDITAR Que Seu Amor É
Incompleto
E ELES VÃO ODIAR
VOCÊ
E Seu Ódio Será Perfeito
Como um Diamante Brilhante
Como Uma Faca
Como Uma Montanha
COMO UM TIGRE
COMO Cicuta
Sua Mais Fina
ARTE
Muitas vezes preciso colocar o que sinto em papéis toalha, guardanapos e deixá-los em cima da mesa para que chegue ao dono com segurança no meio da madrugada, apenas pela falta de competência de dar um abraço, um beijo sem motivo. Não acontece sempre e nem com todas as pessoas, mas confesso que às vezes é impossível. Eu sinto, eu amo, eu admiro, mas é impossível. Acho que isso nem Freud explicaria e nem precisa. Eu vou levando. Não que eu tenha muita intimidade com as palavras, não é isso, muito pelo contrário. É que é mais fácil assim. O que é limitado é o tempo. Não sei quanto tempo ainda vou ter para deixar bilhetes. Dizem que sempre existe uma luz, mesmo que fraca, no fim do túnel, eu só torço para que ibos não almejam mais o poder. Se antes a ideia de alienação era condenável, hoje a alienação é aquilo que se deseja alcançar.
Hoje, a desesperança total está parindo novas formas larvais de sobrevivência neste mundo decepcionante. Os neo-alternativos são como os miseráveis, que têm de inventar formas de sobrevivência, são como os índios, são como os loucos. É o que nos restará: os buracos esgarçados por entre a solidez paranóica das corporações globais, cujo único consolo será estragar um pouco, como um terrorismo mudo e branco, sua eficiência sinistra. (...)
Antes, lutávamos contra uma realidade complexa, sonhando com utopias totalizantes. Era o ¿uno¿ contra o ¿múltiplo¿. Hoje, é o contrário: a luta é para dissolver, não para unir; luta-se para defender o vazio, o ócio possível, a cultura não descartável, o inútil, o que não é ¿mercável¿. Hoje, a luta é contra inimigos sem rosto: a eficiência corporativa, a abolição do humano pela máquina (a máquina como o homem produtivo perfeito). Hoje, o inimigo principal não é mais a ¿burguesia¿ gorda e fumando charuto; o inimigo é um totalitarismo empresarial que ninguém comanda. Agora, os novos combatentes não sonham com o absoluto; sonham com o relativo.
Arnaldo Jabor
Muitas vezes preciso colocar o que sinto em papéis toalha, guardanapos e deixá-los em cima da mesa para que chegue ao dono com segurança no meio da madrugada, apenas pela falta de competência de dar um abraço, um beijo sem motivo. Não acontece sempre e nem com todas as pessoas, mas confesso que às vezes é impossível. Eu sinto, eu amo, eu admiro, mas é impossível. Acho que isso nem Freud explicaria e nem precisa. Eu vou levando. Não que eu tenha muita intimidade com as palavras, não é isso, muito pelo contrário. É que é mais fácil assim. O que é limitado é o tempo. Não sei quanto tempo ainda vou ter para deixar bilhetes. Dizem que sempre existe uma luz, mesmo que fraca, no fim do túnel, eu só torço para que ainda me deixa perplexa, mas algumas pessoas ainda conseguem essa façanha.
E nessas horas ou você tem presença de espírito ou ausência de corpo. Acho que não é à toa que o ser humano é o animal menos fértil que existe, a proliferação da raça é um perigo!
Apesar de não achar necessário achei por bem avisar que NÃO me converti a nenhuma "seita", não é nada disso, ok...
Continuo acreditando em discos voadores.
Depois de vários dias finalmente consegui sentar um pouco para escrever algumas palavras.
Tive uma conversinha comigo mesma na sábabo e foi extremamente revelador o que minha alma me disse.
Hoje a única coisa que quero fazer é agradecer a MÃE AYAHUASCA* por ter aberto essa porta para mim.
É...nas profundezas todos os nossos monstros saem em busca de alimento.
*Pra quem não sabe AYAHUASCA é uma beberagem feita de uma folha chamada chacrona (psicothrea viridis) da família do café.
Tudo feito através de um ritual xamânico de auto cura.