Já ouviu falar de Gogol Bordello?

Se vc nunca ouviu falar dessa banda, aqui está uma oportunidade de você conhecer.
É uma banda de Nova York pra lá de bacana onde seus integrantes fazem uma mistura etnica pra lá de confusa. Tem ucraniano, bailarina tailandesa, um acordeonista e um violinista russos, um guitarrista israelita e uns americanos. Pra saber mais é só clicar aqui e ver um vídeo bem bacana da música start wearing purple. Re, valeu pela dica!
Pois é...um marasmo total e absoluto. Mas não me preocupa não, pois significa que tenho tido muito o que fazer.
Depois de muito trabalho (não que tenha terminado!) terei uns poucos dias de férias e me mandarei pra praia com todo direito. Dia 3 de janeiro a peça Carro de Paulista volta em cartaz no teatro TIM em Campinas às quartas e quintas. Depois colocarei os detalhes, porque nem eu sei direito ainda os horários e tal.
Aos meus amigos uma entrada de ano inesquecível. E que venha 2007, pois estaremos todos preparados. Ou não?
Conheça o mais novo guia virtual teatral.
Acesse www.guiateatral.com.br
E HOJE CARRO DE PAULISTA NO TEATRO CACILDA BECKER.
Dublês Brasil - Matéria pra TV
Para quem tem curiosidade de saber como é o treinamento de uma equipe de dublês, clique aqui e veja uma das matérias que a Dublês Brasil fez.
Enquanto isso no Brasil mais um feriado.
E mais uma vez SATYRIANAS - Uma Saudação à Primavera
Edição 2006 - de 2 a 5 de Novembro
Espaço dos Satyros Um e Dois, Espaço Parlapatões, Next, Companhia do Feijão,
Teatro Fábrica São Paulo e Biblioteca Mário de Andrade
Evento apresenta 46 espetáculos, saraus literários e poéticos, em 78 horas de
atividades ininterruptas
Para saber da programação completa clique aqui
E mais uma vez estarei no Projeto Uroborus (na madrugada de sexta pra sábado - 1 da manhã) apresentando o texto Ai de mim! de Nuno Ramos com curadoria de Sergio Salvia Coelho.
Cultura nunca é demais! Vejo todos por lá.
Time Stand Still - RUSH
I turn my back to the wind
To catch my breath,
Before I start off again
Driven on,
Without a moment to spend
To pass an evening
With a drink and a friend
I let my skin get too thin
I'd like to pause,
No matter what I pretend
Like some pilgrim
Who learns to transcend
Learns to live
As if each step was the end
Time stand still
I'm not looking back
But I want to look around me now
Time stand still
See more of the people
And the places that surround me now
Time stand still
Freeze this moment
A little bit longer
Make each sensation
A little bit stronger
Experience slips away...
Experience slips away...
Time stand still
I turn my face to the sun
I close my eyes
I let my defenses down
All those wounds
That I can't get unwound
I let my past go too fast
No time to pause
If I could slow it all down
Like some captain,
Whose ship runs aground
I can wait until the tide comes around
Time stand still
I'm not looking back
But I want to look around me now
Time stand still
See more of the people
And the places that surround me
Now
Freeze this moment
A little bit longer
Make each sensation
A little bit stronger
Make each impression
A little bit stronger
Freeze this moment
A little bit longer
The innocence slips away...
The innocence slips away...
Time stand still
Time stand still
I'm not looking back
But I want to look around me now
See more of the people
And the places that surround me now
Time stand still
Summer's going fast
The nights growing colder
Children growing up
Old friends growing older
Freeze this moment
A little bit longer
Make each sensation
A little bit stronger
Experience slips away...
Experience slips away...
The innocence slips away...
NO TE SALVES
No te quedes inmóvil
al borde del camino
no congeles el júbilo
no quieras con desgana
no te salves ahora
ni nunca
no te salves
no te llenes de calma
no reserves del mundo
sólo un rincón tranquilo
no dejes caer los párpados
pesados como juicios
no te quedes sin labios
no te duermas sin sueño
no te pienses sin sangre
no te juzgues sin tiempo
pero si
pero si
pese a todo
no puedes evitarlo
y congelas el júbilo
y quieres con desgana
y te salvas ahora
y te llenas de calma
y reservas del mundo
sólo un rincón tranquilo
y dejas caer los párpados
pesados como juicios
y te secas sin labios
y te duermes sin sueño
y te piensas sin sangre
y te juzgas sin tiempo
y te quedas inmóvil
al borde del camino
y te salvas
y te salvas
entonces
no te quedes conmigo.
(Mario Benedetti)
PORQUE É ISSO QUE EU TAMBÉM GOSTO DE FAZER

ESTAMOS DE VOLTA AMANHÃ - 1º de setembro.
Estacionaremos a "barca" na Vila Madalena.
CARRO DE PAULISTA

Eu e Fábio Neppo
Teatro Cultura Inglesa
Rua Dep. Lacerda Franco, 333 – Pinheiros. Inf: 3814-0100
Horários:
Sexta - 21:30 horas
Sábado - 21 horas
Domingo - 20 horas.
Na sexta todo mundo paga meia: R$ 10,00; sáb. e dom., R$ 20,00 (Desc. 50% para estudantes e idosos)
Capacidade 194 lugares
Estacionamento com manobrista R$ 5,00.
Bilheteria sexta a partir das 18 horas.
Até 15 de outubro
Coisas da internet.
Me chegam vários emails com liks pra isso, para aquilo outro. Por motivos óbvios não abro a grande maioria, mas alguns aguçam minha curiosidade e eu acabo por me entregar. Pra quem ainda não viu o vídeo Tapa na Pantera com a Maria Alice Vergueiro em seu hilário depoimento sobre a maconha, aqui vai o link .


Nem tudo que é bom dura pouco.
E terminamos a temporada no Ruth Escobar. Foi uma temporada longa e extremamente divertida. É incrível como essa peça, Carro de Paullista, caiu nas graças do público. Um elenco de desconhecidos, um texto despretencioso e um verdadeiro sucesso. Casa lotada quase todos os dias. Uma energia das mais vibrantes. Coisa de louco. Agora teremos 3 semanas de pausa até retornarmos no Teatro Cultura Inglesa em pinheiros. Queria aproveitar para ver os amigos em cena, mas confesso que ando com um pouco de preguiça de sair de casa. Minha perna está meio estranha e dá sinais de que uma acupuntura pode ser necessária ou até mesmo um ortopedista...eu devia ter dado ouvidos ao Loureiro quando ele disse que eu não tinha mais idade pra fazer determinadas coisas...rs. Mas sou inquieta e não posso mais me ver parada, sem sair quicando por ai. Os treinos com a Dublês Brasil estão de vento em popa e logo mais nosso curta começa a ser rodado. Estou me aventurando no roteiro, uma comédia e a equipe é a mesma do filme "Desde o fim até o começo" que filmamos no começo do ano. Tá tudo caminhando e é assim que tem que ser. E eu quero é mais. Muito mais.

Dublês Brasil e as Xenas Brasileiras na gravação pra Record

Carro de Paulista - Eu, Edgard Jordão e Carlos Baldim
O México é logo ali.
Ando com muita saudade do meu irmão. Ele sempre escreve apesar do trabalho intenso, mas mesmo assim a saudade não passa. A maravilhosa invenção da webcam faz seu rosto não paracer tão distante e nem tão marcado pelo tempo que vai passando implacavelmente. E mesmo a distância sendo tão cruel, ela não consegue me fazer perder a nítida imagem que tenho de seus traços quando visto de perto. Colado. Do sorriso, do som de sua risada e de seu olhar. Não dou esse direito a ela. Afinal ela pode ser grande, mas não é duas. Nossas birncadeiras de crianças refletem no espelho que olho todos os dias. Era a nossa brincadeira. Ele e eu de frente ao espelho olhando pra uma multidão. Uma multidão que nos aplaudia enquanto gargalhávamos. Tínhamos o mesmo amigo imaginário. Um amigo que nos acompanhava todas as noites quando ainda dividiamos o mesmo quarto quando pequenos. Um amigo que fazia tudo o que não podíamos fazer e que por isso era nosso ídolo. O único ídolo que tivemos na vida já que nossos pais não podem concorrer ao cargo. Era um carinha esperto, mais velho, que estudava a noite, namorava, podia chegar tarde e beber cerveja, que não precisava dar satisfações a ninguém e que, isso era um dos pontos mais importantes, não precisava tomar banho todos os dias. O nome dele era Menino Prodígio. O ídolo que nos acompanhou por anos e que de repente sumiu sem dar notícias. Não me lembro quando ele foi embora. Mas assim como meu irmão que está longe levando sua vida de homem de negócios e casado, o nosso Menino Prodígio também permeia meus pensamentos com boas e engraçadas lembranças de uma época onde tudo era mais fácil, uma época onde ainda podíamos rir de tudo sem culpa. Uma época que passou, mas que o tempo não me deixa apagar da memória assim como o sorriso dele que tenho guardado aqui comigo quando vi seu rosto saindo do saguão do aeroporto em julho passado. Te amo, André.
Nóis dois.
LETRAS EM CENA
Texto lido: Amanhã é Natal.

Mário Viana, Luiz Baccelli, eu, Ana Lúcia Torre e Hugo Coelho.
Obscura luz paira onde estou converso
A esta realidade da ilusão
Se fecho os olhos, sou de novo imerso
Naquelas sombras que há na escuridão.
Escuro, escuro, tudo, em sonho ou vida,
É a mesma mistura de entre-seres
Ou na noite, ou ao dia transferida.
Nada é real, nada em seus vãos moveres
Pertence a uma forma definida,
Rastro visto de coisa só ouvida.
Fernando Pessoa, 28-9-1933.
Quarta-feira passada fui com o Hugo Coelho assisitr ASSIM COM ROSE, no SESI.

A peça é uma livre adaptação do Mário Viana para 3 contos do Mário de Andrade com direção do Jairo Mattos.
No elenco estão Flávia Garrafa, Flávio Fautinoni, Renato Modesto e Tania Castello.
Há muito tempo eu não saía tão "embasbacada" de um teatro. Fiquei feliz em ver que nosso teatro conta com tanta gente boa espalhada por ai, (não que eu não soubesse disto, mas é sempre bom dar uma reforçada na memória) com um tempo de comédia preciso e uma sensibilidade tocante. A direção do Jairo, mais uma vez, me deixou perplexa. A temporada termina domingo e se você gosta realmente de teatro, deveria conferir. É serio. Muito sério.
Tá lá no SESI que fica na Av. Paulista 1.313.
E só pra constar, CARRO DE PAULISTA continua com força total no Ruth Escobar.
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